segunda-feira, 11 de maio de 2015

O Contínuo ou "O contínuo é o pior ser humano que existe" - Nelson Rodrigues

#maisumamadrugadafria é inspirada em uma das HQs de autoria de Pedro Felício que compõe a primeira edição de "O Contínuo", lançado em 2005.
O projeto começou com seis estudantes de Escola de Comunicação e Artes da USP aficionados pela linguagem dos quadrinhos que aceitaram o desafio de produzir HQ, tendo a cidade de São Paulo como referência. 
Já na contra capa a afirmação demostra a dificuldade de trabalhar com arte no Brasil e dar continuidade à projetos autorais: "A maior parte dos gibis independentes não dura mais de duas edições...".
Na ocasião do lançamento, o site Omelete publicou matéria falando sobre os artistas e as referências da revista. 
Confira!
http://omelete.uol.com.br/quadrinhos/noticia/nova-hq-nacional-io-continuoi/




domingo, 10 de maio de 2015

Storyboard

Precisávamos urgente de alguém que desenhasse mais do que homenzinhos de palitinho para fazer o storyboard do #maisumamadrugadafria.
Quem poderia assumir a tarefa sem cobrar os olhos de nossas humildes caras???
Foi quando a equipe convidou o Alan Queiroz. 
O cara é simplesmente um multiartista fodástico que sentou por 12 horas seguidas e esboçou as cenas do curta sem exigir mais que café e cigarro! rs



O storyboard no final vai ficar mais ou menos assim:



O cara vai fazer todo o storyboard em Nanquim!!! 
A gente nunca imaginou que teria uma obra de arte para nos ajudar a contar uma história em um filme!
Ganhamos mais um amigo, incentivador!
São pessoas como o Alan que abraçam uma idéia e dão o sangue só pelo prazer de fazer arte que impulsionam o projeto!
E sem colaboração muitos projetos ficam fadados à gaveta. 
Por esse motivo, estamos pedindo sua contribuição no site do Catarse! 
Qualquer quantia nos faz chegar mais perto das pessoas para contarmos nossa história, não só do filme, mas dos desejos que alimentam a alma de cada um de nossa equipe! rs
Colabore! Incentive! 
https://www.catarse.me/pt/madrugadafria
E valeu Alan! 




sábado, 9 de maio de 2015

Catarse!

Decidir concorrer ao Fundo de Investimento Culturais de Campinas (FICC) foi um desafio duplo! Primeiro pela competitividade, segundo porque o orçamento original do projeto deste curta-metragem é mais que o dobro do valor contemplado pelo fundo.
Mas enfim... GANHAMOOOS!!! Uhuhuhu!!!
Daí... enxugamos o orçamento ao máximo, pedimos muitos favores, chamamos os colegas pra trabalhar na camaradagem, enfiamos os amigos pra ajudar e ainda assim... precisamos de grana!!! AHHHHH!!! 
Logo, amigos, família e curiosos! É para vocês que nós vamos pedir dinheiro através do Catarse. 
O Catarse é um site de "crowdfunding" ou financiamento colaborativo.
Como funciona?
É muito simples!
Basta você entrar no site, buscar nosso projeto que está aqui: https://www.catarse.me/pt/madrugadafria e apoiar com QUALQUER QUANTIA! Mas a partir de R$ 30,00 você ganha recompensas exclusivas!!!
Precisamos de R$ 12.500,00 e temos 44 dias a partir de hoje para arrecadar essa quantia que deverá cubrir os custos para que o Mais Uma Madrugada Fria chega nas telas de cinema!

Colabore! Incentive o cinema e o artista brasileiro! 


quinta-feira, 7 de maio de 2015

00:00 O Diretor de Arte virou abóbora


O Diretor de Arte do MMF está neste momento indo para São Paulo com o ar condicionado bem geladinho, chegando lá vai pegar o último metrô e acordar às 06:00 da matina pra trabalhar num set. Detalhe... ele nem sabia que iria ganhar um cachê! Valor irrisório, confesso, mas isso que é camaradagem!

É assim nossa equipe. Gente de muito talento, astral enorme e coração do tamanho da nossa vontade! 
Valeu, Igor!
Valeu equipe MMF!



OBS: Vídeo meramente ilustrativo, porém, educativo! 


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Eu sou mulher do diretor e dou pitaco pra c***!

Oi, gente! Meu nome é Heloisa e minha função #MMF é ser esposa do diretor, Eduardo Basile. Mas eu também escrevo alguns posts, faço café para a equipe, dou palpite, tomo cerveja depois das reuniões e serei Still do projeto. 

Eu lembro do Eduardo falando sobre a estética do curta metragem quando estava escrevendo o roteiro, depois contando para os amigos, familiares e futuros colegas e agora para a equipe. 

Lembrei muito de um filme do qual eu gosto demais e tem referências Neo Noir. É o "Sem Notícias de Deus" com Penelope Cruz, Vitória Abril (que eu adora desde menina!), Gabriel Garcia Bernal, Demian Bichir e outras pérolas.

O diretor, Augustin Díaz Yanes, não assinou taaantos filmes, mas vale a pena assistir pela estética e porque ele (Augustín) é um abusado!

O trailer não faz muito juz ao filme... mas vai lá:



domingo, 26 de abril de 2015

Retomando as postagens.

Aconteceu muita coisa nesses últimos dias. Creio que a pior foi o fato de eu ter pego dengue e passado uma semana inteira sofrendo na cama. Doença lazarenta essa, viu? Depois de melhorar a gente ainda fica uns dias meio que de ressaca, sem saber direito como voltar à vida. Mas felizmente estou de volta e a equipe de produção não parou nem um minuto.

Deixo vocês aqui com o logo oficial do filme, pra já dar um pouquinho de água na boca, hehehe.

sábado, 4 de abril de 2015

Um passo de cada vez na longa estrada da produção.




Fizemos mais uma reunião de produção e algumas coisas já começaram a ser definidas. Não é fácil fazer um curta-metragem. O Cinema Novo que me perdoe, mas para "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça" dar certo tem que ter uma cabeça de Glauber mesmo! rs... Brincadeiras à parte, é sempre bom lembrar que apesar de muitas pessoas utilizarem essa frase para justificar o improviso, alguns estudos mostraram que na realidade o processo de trabalho do Glauber era justamente o contrário. 

A pesquisadora Josette Monzanni analisou em sua tese de mestrado 3 versões do roteiro de "Deus e o Diabo na Terra do Sol" até então desconhecidos e chegou a conclusão que os roteiros refletem um processo minucioso de planejamento feito pelo cineasta, durante vários anos, incluindo diversas viagens para o sertão nordestino e pesquisas rigorosas sobre o cangaço. Ela afirma inclusive que "durante o período em que trabalhava nesses roteiros, Glauber dirigiu seus dois primeiros filmes - O Pátio e Barravento. Essas experiências resultaram numa  melhoria técnica dos roteiros de Deus e o Diabo".


Não poderia ser diferente. Quem acredita que é possível fazer um clássico como esse sem esforço é porque realmente nunca fez nada sozinho. É preciso suor, é preciso planejamento, é preciso persistência. E mesmo que Mais Uma Madrugada Fria seja apenas um curta campineiro, gosto de acreditar que o esforço e a dedicação das pessoas envolvidas certamente fará com que o resultado final seja um filme interessante e de boa qualidade. Com a benção de Glauber, o tempo provará nosso sucesso!



Fonte: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-67252007000100022&script=sci_arttext